11
jun
2010
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Um filme sobre eu, você e nós todos
Postado por Instituto Avon em Geral
Nem todo mundo sabe que a violência doméstica nem sempre é física, nem sempre é explícita. E também não imagina que, embora majoritariamente, não é só a mulher que passa por esse tipo de situação. Velada ou evidente, os vários tipos de agressão sempre aparecem nos relacionamentos amorosos e familiares.
O filme “Amor?”, exatamente com esta pergunta, do premiado diretor João Jardim e patrocinado pela Avon, mostra essa realidade mais de perto, no formato documentário na tela do cinema.
Além de diretor, jornalista, Jardim foi buscar o material dos depoimentos com organizações especializadas e muitas indicações. Para interpretar os relatos, o cineasta reuniu um time estrelado de nove atores e atrizes, entre eles Lília Cabral , Julia Lemmertz, Claudio Jaborandy, Mariana Lima e Angelo Antonio. O filme deve estrear em novembro. Por isso, não perca a programação nos cinemas e novidades em nossos posts!
Se quiser ler uma entrevista bacana do diretor sobre o assunto, clique aqui e veja o depoimento dele à revista Época.
Nas fotos acima, Mariana Lima, Claudio Jaborandy e Julia Lemmertz interpretam os emocionantes depoimentos do filme (Fotos: Heloisa Passos).







Olá! Pra mim é meio complicado falar sobre isso, pois eu fui vítima durante quatorze anos, sempre penso naqueles momentos terríveis, mas também, penso em ajudar, quem sabe palestrando sobre tudo e como me libertei e vejo que tem muita gente agora engajada nesse assunto e isso me deixa aliviada em saber que muitas mulheres se libertarão desse mal, mas ainda é ´pouco, é preciso mais, pois existe milhares sofrendo.
por maria aparecida bastos marins em jun 12, 2010 - 14:24 hs
Eu estou passando por este problema agora vivi por dois anos e meio com uma pessoal tivemos um filho, devido às brigas constantes, e o ciúme decidi por me separar já faz 11 meses e ele não me deixa em paz, a violência não é física e sim psicológica, mas agora estou decidida fui a DDM e vou seguir em frente com o processo pq de alguma forma ele tem que para.
Os homens agem às vezes como se fossemos propriedade deles e não somos, eu sou dona da minha vida e do meu destino e não vou viver com medo…..
por Adriana Vivo em jun 16, 2010 - 14:22 hs
A violência velada contra a mulher e contra as crianças é o pior tipo de violência doméstica. Grávida de meu ex-companheiro fui vítima deste tipo de violência. Ele tentou me forçar a um aborto me ameaçando a ao meu bebê, caso levasse a gravidez adiante,mesmo a gravidez tendo sido planejada. Me ameaçou de várias formas,mas diante amigos,no trabalho, era um companheiro invejável,embora muita gente desconfiasse de seu comportamento. Instruída por pessoas alardeei a todos de suas ameaças,e se algo me ocorresse que ele seria o responsável. Me separei dele no 5º mês de gestação,o proibí de aproximar-se de mim a partir disso e tive meu filho longe dele, com apoio de minha família. Infelizemente nem todas as mulheres têm a mesma sorte que eu, e ainda insistem na questão da pensão, que ignorei para não ter vínculos com esta pessoa que julgo ser um psicopata.
por Márcia Pessoa em jul 11, 2010 - 22:53 hs
Dica:
Women Advocates no twitter
http://twitter.com/womenadvocates
Globally, at least one in three women and girls is beaten or sexually abused in her lifetime. http://bit.ly/6CDar3 #vaw
por Cida Medeiros em jul 31, 2010 - 12:32 hs
Ainda hoje sofro esse tipo de violência pois tenho medo de não conseguir cumprir minhas obrigações básicas, como pagar uma conta de luz ou água. A agressão não é física, mas eu juro é a pior que existe, pois não temos como provar o que passamos. Há anos venho pedindo a Deus que acabe com esse sofrimento tirando minha vida.Hoje estou doente, mas tratada como uma preguiçosa. Estou escrevendo isto porque hoje ele não mora mais comigo, mas continua exercendo seu poder. Não tenho coragem de ir até uma delegacia e denunciar pois não sei sequer como provar o que passo.
por Nini Aparecida de Figueiredo em jan 1, 2011 - 08:44 hs
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